
Nicolas Carione de Pellegrin
CRP 12/30597
Abordagem:
Psicanálise
Localidade:
Biguaçu/SC
Público que atende:
Adolescentes (a partir de 15 anos), Adultos e Idosos
Sobre mim
Sou psicólogo com atuação voltada à escuta clínica e ao acolhimento das singularidades de cada sujeito. Minha prática é orientada principalmente por uma perspectiva psicanalítica, compreendendo que os sofrimentos emocionais não surgem ao acaso, mas estão ligados à história, aos vínculos e às formas como cada pessoa constrói sentido para sua própria experiência.
Nos atendimentos, busco oferecer um espaço ético, seguro e livre de julgamentos, onde o paciente possa falar, refletir e, aos poucos, se escutar. A condução do processo terapêutico respeita o tempo de cada um, sem imposições ou respostas prontas. Acredito que a psicoterapia não é sobre “corrigir” alguém, mas sobre possibilitar que a pessoa compreenda melhor seus conflitos, reconheça seus padrões e construa novas formas de se relacionar consigo mesma e com o mundo.
Atendo principalmente adultos e jovens adultos que enfrentam questões como ansiedade, depressão, dificuldades nos relacionamentos, autoestima, luto, sofrimento decorrente de experiências traumáticas e momentos de transição na vida. Também tenho experiência com demandas relacionadas à saúde, como o enfrentamento de doenças e seus impactos emocionais.
Minha trajetória inclui experiências em contextos como clínica-escola, SUS e SUAS, o que contribuiu para uma escuta sensível às diferentes realidades sociais. Além disso, participo constantemente de estudos e formações, entendendo que a prática clínica exige atualização contínua e compromisso com o cuidado.
Vejo a psicoterapia como um processo de construção: não linear, por vezes desafiador, mas também profundamente transformador. É um espaço onde aquilo que antes parecia confuso pode começar a fazer sentido, e onde o sujeito pode se reposicionar diante da própria história.
Meu interesse pela psicologia nasce justamente dessa possibilidade de encontro com o outro, um encontro que não busca respostas rápidas, mas que aposta na escuta como caminho para a elaboração e para a mudança.
